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Foi o melhor e ponto. A final de Wembley mostrou os argumentos de uma equipa que impôs a si própria a proibição de repetir o fiasco do ano passado. Claro que há Robben, Schweinsteiger, Martinez, Ribery, Mandzukic, Neuer e por aí fora. &lt;p&gt;Mas esta gloriosa campanha - que culminou com a conquista da Champions - ficará para sempre ligada a um mestre chamado Jupp Heynckes. Junta-se ao grupo restrito (onde já estavam Happel, Hitzfeld e Mourinho) dos que foram campeões europeus por dois clubes diferentes. Com a justiça daqueles que pensam com o sentido de vitória. Os que fazem a sua própria lei. &lt;p&gt;Só que o feito do Bayern sai particularmente valorizado pelo facto do adversário ter sido o Dortmund, de Jurgen Klopp. Não conseguiu ser superior, mas esta equipa do Borussia demonstrou que não lhe sobravam méritos para chegar onde chegou. &lt;p&gt;É verdade : lá para Agosto, Guardiola e Mourinho voltam a enfrentar-se. Pela primeira vez fora da Liga espanhola. A próxima temporada vai começar em grande. &lt;p&gt;2 - Agora, vem a Taça de Portugal. Outra dimensão, obviamente, mas com largas razões para ser seguida com atenção. É evidente que o Benfica arrisca mais que o V.Guimarães. Parte na qualidade de favorito o que, só por si, já o coloca com muito menor margem de erro. Mas, desta vez, há mais dois contributos : dos três objetivos que poderia atingir, dois falharam , sendo que um deles (o campeonato) era o principal da temporada. &lt;p&gt;E depois há a decisão sobre o futuro de Jorge Jesus. O suplemento que surgirá em função do desfecho no Jamor. &lt;p&gt;3 - Percebe-se a irritação do Sporting perante a transferência de Moutinho para o Mónaco. Sem favores, o jogador não vale apenas 25 milhões de euros. Há um ano - e isto nunca foi desmentido - os portistas rejeitaram 30 milhões do Tottenham. E, ao longo desta época, Moutinho subiu claramente de cotação. Mas aqui não há volta a dar, o FC Porto tinha toda a liberdade para negociar como entendesse, isoladamente ou em pacote, fez um grande negócio (70 milhões é muito bom) e, goste ou não, o Sporting é um mero espetador deste processo. &lt;p&gt;Bruno de Carvalho percebeu tudo. Que Pinto da Costa geriu a negociação pensando unicamente nos interesses dos dragões (nem seria de esperar algo diferente), mas também que a desastrada forma como José Eduardo Bettencourt &amp;quot;despachou&amp;quot; Moutinho poderia levar a uma penalização posterior. A única questão que realmente agora conta é : este episódio muda alguma coisa nas relações entre Sporting e FC Porto? &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6913784" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c6821ac/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664852694/u/49/f/624831/c/32443/s/2c6821ac/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664852694/u/49/f/624831/c/32443/s/2c6821ac/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664852694/u/49/f/624831/c/32443/s/2c6821ac/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sat, 25 May 2013 22:40:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/25/a-lei-de-heynckes.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6913784</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6913784</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Começou a época</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c546073/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C230Ccome0E2310Eou0Ea0E2330Epoca0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;1 - Fazer negócio com jogadores é uma inevitabilidade para qualquer clube português que queira manter-se sustentável e competitivo. Internamente, pelo menos. Mas quando se trata de treinadores a questão torna-se bastante mais complexa, porque não é apenas trocar uma peça por outra, de qualidade mais ou menos semelhante (ou capaz de atingir o nível do antecessor). Há muitos vetores a ponderar e, na maioria dos casos, nem sequer se relacionam com a componente financeira. &lt;p&gt;Pinto da Costa, na sua entrevista televisiva de fim de época, explicou que uma decisão sobre a continuidade - ou não - de Vitor Pereira será tomada na próxima semana. Como o próprio reconheceu, ambos concluíram que há &amp;quot;vantagens e desvantagens&amp;quot;. E nem é necessário pensar muito para se entender quais são umas e outras. Como também não é preciso ser adivinho para se ver que a bola está do lado do técnico (ficar ou partir para a Inglaterra, eis o dilema) e que o presidente portista já tem uma alternativa na manga para qualquer eventualidade. &lt;p&gt;O caso de Jorge Jesus é substancialmente diferente. Há quem garanta que o acordo com Luis Filipe Vieira já existe, mas se assim é pouco ou nenhum sentido faria deixá-lo na gaveta até acabar a Taça de Portugal. Aliás, o simples facto do jogo do Jamor servir como &amp;quot;fronteira&amp;quot; para confirmar - ou não - a permanência de Jesus já é, só por si, deveras elucidativo. Em boa verdade, a conquista pelo Benfica do último troféu possível na temporada, falhados os outros dois objetivos recentes, será sempre o argumento definitivo de Vieira para silenciar aqueles que não querem Jesus. &lt;p&gt;Por outro lado, se algo correr mal (e numa final nunca se sabe) o campo de manobra será muitíssimo apertado. Podem invocar-se múltiplas virtudes do técnico, mas como ignorar três fracassos nas duas semanas mais decisivas da época? Parafraseando Rui Costa, o Benfica não é clube para viver de segundos lugares. &lt;p&gt;A vida de treinador é de uma incerteza permanente. Repare-se que os cinco primeiros classificados do campeonato podem todos mudar de clube. Os motivos é que nada têm a ver uns com os outros. &lt;p&gt;2 - Enquanto se acertam as contas para a transferência de João Moutinho e James Rodriguez para o Mónaco (muito curiosa opção dos dois jogadores e, talvez, de Falcao) , o FC Porto foi buscar Carlos Eduardo. Um jogador que é mais &amp;quot;Deco&amp;quot; que &amp;quot;Moutinho&amp;quot;, para aqueles que gostam de comparações que não se devem fazer, mas inegavelmente uma escolha, do ponto de vista qualitativo, acertada. A única coisa que falta apurar é como Carlos Eduardo vai lidar com o &amp;quot;salto&amp;quot; para um grande. A incógnita clássica. &lt;p&gt;Este mercado vai, contudo, projetar uma série de jogadores que, não por acaso, levaram o Estoril à Liga Europa. Calcula-se que os dos P.Ferreira também sejam alvos a curto prazo, mas, por enquanto, a equipa que Marco Silva tão bem desenhou é a aposta prioritária. Jefferson tem Alvalade como destino, Licá é muito provavelmente o dragão que se segue e Steven Vitória pode bem ser a alternativa que o Benfica procura para o eixo da defesa. &lt;p&gt;Quer isto dizer que as duas maiores potências do futebol português escolheram o caminho de &amp;quot;exportar caro&amp;quot; e &amp;quot;comprar económico&amp;quot; no mercado caseiro? Não necessariamente. Há outras vias a explorar, como se confere no batalhão sérvio para a Luz, sendo que dois deles são de muito bom nível. E como certamente se irá comprovar em mais um ou outro sul-americano que o Dragão tem na mira. A nova época já começou. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6900973" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c546073/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165665345030/u/49/f/624831/c/32443/s/2c546073/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165665345030/u/49/f/624831/c/32443/s/2c546073/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165665345030/u/49/f/624831/c/32443/s/2c546073/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Thu, 23 May 2013 22:16:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/23/come-231-ou-a-233-poca.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6900973</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6900973</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Jogo e títulos</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c2b9619/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C20A0Cjogo0Ee0Et0E2370Etulos0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Fecho de campeonato, FC Porto com o tri, Benfica ultrapassado na recta final. Ponto de partida para o Jogo Jogado desta semana, na TSF, que estendeu a análise aos papéis de Vitor Pereira e Jorge Jesus. E também ao que o futuro pode reservar a ambos, agora que o destino na Liga está traçado. &lt;p&gt;Ainda os treinadores no centro das questões : Leonardo Jardim entra no Sporting, José Mourinho sai do Real Madrid. O início de algo para um, o fecho de ciclo para o outro. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6876652" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c2b9619/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664152881/u/49/f/624831/c/32443/s/2c2b9619/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664152881/u/49/f/624831/c/32443/s/2c2b9619/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664152881/u/49/f/624831/c/32443/s/2c2b9619/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Mon, 20 May 2013 19:12:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/20/jogo-e-t-237-tulos.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6876652</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6876652</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Um tri ao sprint</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c22e4ed/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C20A0Cum0Etri0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Confirmou-se. O FC Porto é tricampeão, com Vitor Pereira a somar o seu segundo título pessoal. Há apenas três jornadas o cenário apontava no sentido do Benfica, mas os encarnados não resistiram na ponta final e acabaram batidos ao sprint. Como sempre, um campeão vence pelos seus méritos e pelos deméritos do adversário, é impossível separar uma coisa da outra. Mas diga-se que esta época, por aquilo que ambos fizeram, mantendo a incerteza até ao último suspiro, o título estaria bem entregue a dragões ou águias. O FC Porto foi melhor na altura da verdadeira decisão e essa foi antes, não agora. &lt;p&gt;Num momento de confissão plena, Jorge Jesus admitiu, após o fecho do desafio com o Moreirense, que os encarnados perderam o campeonato na partida com o Estoril. Inegável, embora se perceba que só agora o técnico o pudesse assumir. O FC Porto esperou, esperou, esperou que os quatro pontos de avanço do Benfica sofressem um abanão algures para contra-atacar e recuperar a liderança. Aconteceu mesmo à beira do fim, quando a equipa de Jesus já não dispunha de tempo algum para emendar o erro. &lt;p&gt;Não seria, certamente, na última jornada que algo se iria alterar. FC Porto e Benfica venceram, com maior ou menor dificuldade, e ficou tudo como estava. Numa ronda que não escapou (outra vez) à polémica das arbitragens, nem à ansiedade dos jogadores. Para o registo, aí está um FC Porto a encerrar em Paços de Ferreira mais um campeonato invicto, com o tão criticado Vitor Pereira a repetir na Liga portuguesa a performance do antecessor Vilas-Boas. Mas o paradoxal da história é que pode muito bem acontecer que o treinador vitorioso se vá embora e o técnico derrotado permaneça. Embora possam existir razões lógicas para uma e outra coisas. &lt;p&gt;Entretanto, o Estoril, com toda a justiça, garantiu um lugar na Liga Europa. A conquista de Marco Silva era o prémio que faltava para contemplar um trio de treinadores que, esta temporada, realizou um trabalho notável. Paulo Fonseca já tinha assegurado o Paços na Champions e Rui Vitória levou o V.Guimarães à final da Taça, via indirecta para as competições da UEFA. Três homens para quem o esforço compensou. Desceram Moreirense e Beira Mar, sem surpresa. No meio de uma luta pela sobrevivência foram os que menos argumentos apresentaram. &lt;p&gt;E, como se previa, Jesualdo Ferreira fez o seu último jogo pelo Sporting. Vem agora um virar de página em Alvalade, mas com muitas incógnitas à mistura. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6870481" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c22e4ed/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664124110/u/49/f/624831/c/32443/s/2c22e4ed/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664124110/u/49/f/624831/c/32443/s/2c22e4ed/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664124110/u/49/f/624831/c/32443/s/2c22e4ed/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Mon, 20 May 2013 00:13:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/20/um-tri.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6870481</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6870481</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Hora de fecho</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c1abf7a/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C180Chora0Ede0Efecho0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;1 - Regressado agora de Amesterdão, espreito as últimas declarações dos vários treinadores a cerca de 24 horas do fecho do campeonato. Vitor Pereira, à beira da possibilidade real de se tornar novamente campeão, tece elogios à competição que considera &amp;quot;espetacular&amp;quot;. Interessantes as nuances discursivas do técnico portista à medida que as coisas mudam, basta conferir o que Pereira afirmou ao longo das últimas seis ou sete jornadas. &lt;p&gt;Mas centrando-nos na &amp;quot;espetacularidade&amp;quot; do campeonato, talvez fosse conveniente colocar a análise no sítio certo. Se falamos da decisão pelo título, sim , é inequívoco, porque chegamos à derradeira jornada e ainda há (formalmente) hipótese de duas equipas serem campeãs. Quanto ao resto, é muito relativo. Emoção sim, nalguns casos, mas pouco mais do que isso. Com o terceiro classificado a 20 pontos do segundo ; com o quinto a 32 pontos do primeiro; com o Rio Ave, ainda com o sonho europeu no horizonte, a dez pontos do quarto classificado ; e com um fosso de 16 pontos entre o último da primeira metade da tabela e o último da segunda, enfim, &amp;quot;espetacular&amp;quot; é capaz de não ser a palavra exata. Queira-se ou não, este é um campeonato nivelado por baixo. &lt;p&gt;2 - Jorge Jesus deixa a porta aberta para a continuidade, depois daquele desabafo após o desaire na Liga Europa. É óbvio que, nesta altura, pouco ou nenhum sentido faria uma alteração no comando técnico do Benfica. Vieira quer a permanência de Jesus, porque seria muito complicado abrir um novo ciclo, quase um regresso ao ponto zero, quando foi este treinador, com todos os defeitos e virtudes que tem , quem levou os encarnados de volta a uma final europeia e a uma final da Taça de Portugal, mantendo-os na corrida pelo campeonato até ao fecho. Mesmo com todas as condicionantes do início de temporada, é bom não esquecer. &lt;p&gt;A única coisa que um clube como o Benfica não pode fazer e deixar a questão da renovação arrastar-se desta maneira em termos públicos. A definição de timings é fundamental na gestão deste tipo de processos. Ou se resolvia tudo há dois ou três meses -e anunciava-se - ou, caso as conversas não fossem conclusivas, reservava-se a divulgação para o momento em que tudo estivesse encerrado. Vieira &amp;quot;antecipou-se&amp;quot;, Jesus não confirmou, Vieira reafirmou e, agora, Jesus já &amp;quot;concede&amp;quot; (estão lá as aspas para evitar interpretações erradas). &lt;p&gt;3 - Jesualdo Ferreira está de saída. Se é bom ou mau para o Sporting, só o futuro dirá. Sem querer falar agora do nome de Leonardo Jardim, parece claro que o trabalho desenvolvido por Jesualdo, num período muito delicado da vida dos leões, não foi suficiente para garanti-lo na estrutura para a nova época. Foi um bom trabalho, mas há sempre outros &amp;quot;valores&amp;quot; que se sobrepõem. &lt;p&gt;É difícil separar o papel do novo diretor Augusto Inácio de toda esta questão. Percebeu-se que Jesualdo fica de fora por motivos que se prendem com as futuras competências que lhe estariam reservadas e que, pelos vistos, não encaixam naquilo que o treinador entendia ser o que lhe era devido. O Sporting fez a sua escolha e Bruno de Carvalho, certamente, terá noção daquilo que o aguarda. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6864677" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2c1abf7a/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664198439/u/49/f/624831/c/32443/s/2c1abf7a/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664198439/u/49/f/624831/c/32443/s/2c1abf7a/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664198439/u/49/f/624831/c/32443/s/2c1abf7a/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sat, 18 May 2013 22:18:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/18/hora-de-fecho.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6864677</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6864677</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Até Amesterdão</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bd1acdd/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C120Cat0E2330Eamesterd0E2270Eo0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Com o campeonato quase perdido (apenas uma vez, em toda a história do futebol português, o líder falhou o título na última jornada), o Benfica tem na Liga Europa e na Taça de Portugal as derradeiras hipóteses de salvar a temporada, mesmo levando em linha de conta que o rombo sofrido por estar mais longe do objetivo principal, é particularmente marcante na época. &lt;p&gt;A final com o V.Guimarães ainda vai demorar e também ela poderá ser (emocionalmente) condicionada por aquilo que suceder até lá. Mas, por ora, a questão é o Chelsea. O maior trabalho de Jorge Jesus é recuperar uma equipa que sofreu um rude golpe no Dragão, quando já não contava com ele. Mais do que a derrota, foi o facto dela significar um &amp;quot;terramoto&amp;quot; pontual que ninguém no universo benfiquista equacionara. Os encarnados, a três jogos do fim , tinham quatros pontos de vantagem sobre os dragões. Em apenas duas partidas perderam cinco. E em ambos os casos, Estoril e FC Porto, pela sua própria incapacidade para conseguir outros desfechos. &lt;p&gt;Ainda assim , uma final é um desafio com particularidades tão concretas que dificilmente se pode comparar com outros jogos, nomeadamente os do campeonato. É certo que o Chelsea parte com algum favoritismo, por ser o campeão europeu em título (e querer uma dobradinha europeia em duas épocas seguidas), por estar a demonstrar uma boa capacidade de resposta na Premier League, no assalto a um lugar na Champions e, obviamente, pelos seus valores individuais cuja média qualitativa é muito respeitável. &lt;p&gt;Simplesmente, se o Benfica conseguir esse feito determinante que é esquecer os problemas domésticos e focar-se exclusivamente na partida de Amesterdão, as hipóteses de triunfar aumentam. Também as águias têm jogadores de grande qualidade, alguns deles nada ficando a dever aos homólogos do Chelsea, e todos sabemos que para um futebolista é uma referência pessoal enorme poder ligar o seu nome à conquista de uma competição internacional. Acontece que não é todos os dias que existe uma possibilidade destas, embora a Liga Europa, como já sublinhei inúmeras vezes, seja uma prova que qualquer equipa portuguesa, devidamente apetrechada, deva encarar como um objetivo. &lt;p&gt;Acresce ainda o interesse particular de Jorge Jesus. Ele próprio reconheceu, no Open Day da UEFA, que ganhar uma Liga Europa lhe daria uma projeção externa que a &amp;quot;simples&amp;quot; conquista de um campeonato em Portugal não lhe concede. Mas há outra questão. O técnico tem um teste de fogo brutal à sua capacidade para lidar com situações extremas, como é a que atualmente vive o Benfica. Que Jesus é mais do que capaz de montar uma equipa ambiciosa, não existem dúvidas. Se tem a arte para gerir emocionalmente um grupo de homens para os retirar do desespero e levá-los à crença em quatro dias, isto só agora será aferido. &lt;p&gt;Finalmente, e regressando um pouco atrás. Numa final, independentemente do estado vigente de cada um dos intervenientes, a decisão é feita em 90 minutos (a menos que seja preciso esticar um pouco mais) e as coisas dependem bastante do andamento da própria partida. Se se tratasse de uma eliminatória, a equação seria outra, mas não é assim. Portanto, que o Benfica olhe para este duelo como um dos tais que &amp;quot;não se joga, ganha-se&amp;quot;. Portugal precisa de mais um troféu para continuar a manter uma posição no contexto europeu, por muito que isto seja secundarizado por alguns cá dentro. Até Amesterdão. &lt;p&gt;PS : Ausente durante esta semana na Holanda, voltarei aqui para a última jornada do campeonato.&lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6817391" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bd1acdd/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664941873/u/49/f/624831/c/32443/s/2bd1acdd/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664941873/u/49/f/624831/c/32443/s/2bd1acdd/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664941873/u/49/f/624831/c/32443/s/2bd1acdd/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sun, 12 May 2013 18:22:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/12/at-233-amesterd-227-o.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6817391</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6817391</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>A viragem do dragão</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bcc5855/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C120Ca0Eviragem0Edo0Edrag0E2270Eo0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;1 - No segundo imediato a Kelvin bater a bola para o fundo da baliza de Artur, Jorge Jesus caiu de joelhos no relvado e Vitor Pereira não conteve as lágrimas. É verdade que o FC Porto ainda tem de confirmar em Paços o seu atual estatuto de principal candidato ao título, mas aquelas imagens vão ficar sempre ligadas à definição do campeonato. O momento em que os dragões operaram a viragem, provavelmente definitiva, e em que o Benfica viu ruir uma estratégia. Para trás ficara um jogo marcado pela expetativa até ao derradeiro fôlego. &lt;p&gt;A história do FC Porto - Benfica pode sintetizar-se em três pontos. Para começar, os encarnados entraram na partida com o pensamento nos dois resultados que lhes convinham, mas colocando o empate como intenção prioritária, esperando que o índice de concretização possibilitasse aproveitar alguma das poucas oportunidades de golo que certamente surgiriam. Os dragões, pelo contrário, porque não tinham segunda via, apontaram unicamente ao triunfo. Viu-se no modo como arrancaram no jogo, na maneira como reagiram ao golo de Lima e, sobretudo, na segunda metade da partida em que o FC Porto arriscou tudo, mesmo depois de Jesus ter reforçado o meio campo encarnado e colocado Cardozo a &amp;quot;segurar&amp;quot; os centrais portistas. &lt;p&gt;Em segundo lugar, a chamada &amp;quot;batalha do meio campo&amp;quot;, a tal zona nevrálgica que, normalmente, tudo decide, foi ganha pelos dragões. Fernando, Moutinho (outra vez brilhante) e Lucho determinaram a cadência, sendo que Matic (outro caso invulgar) e Enzo acabaram por funcionar mais como primeira cortina defensiva do que outra coisa. Se juntarmos a isto o facto de James e Varela potenciarem o trabalho, enquanto Ola John passou ao lado de tudo e Salvio só deu até certo ponto, talvez se perceba melhor as consequências. &lt;p&gt;O terceiro ponto tem a ver com os bancos. Aparentemente, Jesus dispunha de mais soluções do que Pereira. Simplesmente, como se viu, Pereira teve melhores soluções do que Jesus. O técnico encarnado, ao lançar Roderick (trocando Gaitan por Enzo na ala) pensou que poderia dar outra estabilidade (física?) ao meio campo. Ao colocar Cardozo no terreno, abdicando de Lima, apostou na meia distância do paraguaio, mas Helton anulou as intenções. Finalmente, optou por Aimar (que não está minimamente motivado, como o próprio confessou), tirando Ola John (tarde, muito tarde). Talvez desse para aguentar o empate, terá pensado Jesus. Não deu. &lt;p&gt;Por outro lado, o treinador portista, que foi obrigado a &amp;quot;queimar&amp;quot; uma substituição (por lesão de Fernando), sabia que tudo o que fizesse a partir de então teria de ser cirúrgico e, digamos, infalível (tanto quanto este conceito pode ser aplicado). Duas alterações e acertou na mouche. Retirou Lucho para lançar Kelvin , puxando James para a zona central. Sacrificou Danilo (e ficou com três defesas) apostando em Liedson, numa cartada do tudo ou nada. O destino protegeu a audácia e foram exatamente Liedson e Kelvin (o célebre joker de Braga) a dar o golpe fatal. &lt;p&gt;Expressei, antes do jogo, a minha convicção de que aquele que saísse na frente depois do clássico seria campeão. Depois do que se passou não vejo motivo para mudar de opinião, pelo contrário. O FC Porto vai estar focadíssimo no desafio da Mata Real e ,pese embora a qualidade comprovada do Paços de Ferreira, tentará tudo para evitar qualquer golpe de teatro no campeonato. &lt;p&gt;A questão do Benfica é diferente, porque antes do Moreirense tem o Chelsea. O discurso de Jesus, consumada a derrota no Dragão, denuncia que o técnico já percebeu que vai ser uma missão brutal recuperar animicamente a equipa para a final de Amesterdão. Quase tão brutal como perder com o FC Porto ao cair do pano. Dizer que agora é preciso mudar o chip, é bem menos complicado do que conseguir fazê-lo. &lt;p&gt;2 - O Paços de Ferreira está na Champions e o Sporting fora da Europa. Confirmaram-se duas probabilidades sérias que, nas últimas jornadas, começavam a desenhar-se de forma acentuada. &lt;p&gt;É notável o que a equipa de Paulo Fonseca conseguiu. Terminar no terceiro lugar, apenas com FC Porto e Benfica à frente, faz do conjunto da Mata Real o vencedor do &amp;quot;outro campeonato&amp;quot;, o que é substancialmente significativo. Independentemente daquilo que conseguir na Champions (ou Liga Europa, se não passar o play-off), vem aí um encaixe financeiro que, só por si, quase iguala o seu orçamento anual. E nem vale a pena frisar o que isto implica para um clube que tem os pés assentes na terra. &lt;p&gt;Os leões falharam o único objetivo que lhes restava esta temporada. Não vale a pena tentar relativizar o facto de ficarem uma época fora da UEFA, porque isto tem reflexos a vários níveis, e não somente financeiros. A tão anunciada &amp;quot;travessia do deserto&amp;quot; vai mesmo acontecer, sendo que Bruno de Carvalho tem realmente uma tarefa muito dura no horizonte. Agora, o Sporting vai ter de repensar tudo, mas principalmente repensar-se. A primeira decisão de fundo é definir se Jesualdo Ferreira entra ou não nas contas. E, se entrar, de que maneira. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6812969" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bcc5855/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664372750/u/49/f/624831/c/32443/s/2bcc5855/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664372750/u/49/f/624831/c/32443/s/2bcc5855/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664372750/u/49/f/624831/c/32443/s/2bcc5855/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sun, 12 May 2013 00:12:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/12/a-viragem-do-drag-227-o.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6812969</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6812969</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>O clássico (II)</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bc4b712/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C10A0Co0Ecl0E2250Essico0Eii0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Jorge Jesus e Vitor Pereira são os homens que mais arriscam num jogo em que o título está em questão. Chegados a este ponto, numa altura em que nenhum deles tem o seu futuro totalmente clarificado (pese a declaração de intenções de Luis Filipe Vieira em relação ao técnico encarnado), tanto Jesus como Pereira sabem que o duelo do Dragão implica para eles mais do que colecionar, ou não, outro campeonato. &lt;p&gt;Jesus conseguiu esta temporada algo que não entraria certamente nas contas de uma larga maioria. O técnico que, depois de ter feito o Benfica campeão em 2010, se limitou a vencer a Taça da Liga nos anos seguintes, colocou desta vez a equipa encarnada na discussão do título e em duas finais, sendo uma delas europeia, algo que o clube perseguia há 23 anos. Comparativamente, está a ser uma temporada notável. O problema é que a época ainda não terminou e só no final o balanço real será feito. Isto é, Jesus tem pela frente a última (e mais difícil) barreira, que consiste em passar do &amp;quot;provisório&amp;quot; ao &amp;quot;definitivo&amp;quot;. &lt;p&gt;O maior desafio para ele é, antes de tudo, evitar a repetição do que sucedeu há cerca de um ano. O Benfica dispôs de uma vantagem de cinco pontos sobre o FC Porto, mas não foi campeão. Agora, já teve quatro, vai para o clássico com dois, e Jesus sabe que não pode sair do Dragão com saldo negativo porque isso será fatal. É verdade que, ao contrário da época anterior, tem duas escapatórias (Taça de Portugal e Liga Europa) para atenuar qualquer percalço no campeonato, mas não só não há garantias de que as vença, como a Liga portuguesa foi, desde sempre, o grande objetivo traçado pelo clube. Compreensivelmente, pois o campeonato é o verdadeiro barómetro do peso interno. &lt;p&gt;Vitor Pereira, que herdou numa situação de emergência um FC Porto (muito) vencedor, mesmo nunca conseguindo gerar qualquer empatia com os adeptos, acabou por manter o título no Dragão - nas circunstâncias enunciadas atrás - e, esta temporada, está a duas jornadas do fim a discuti-lo outra vez. Com a particularidade de até ter registado uma melhor performance que na época passada, mantendo-se invicto, tal como o líder. &lt;p&gt;Há quem sustente que Vitor Pereira, ganhe ou não, dificilmente continuará na época que se segue. Talvez. Mas para ele não é a mesma coisa sair como vice-campeão ou como bicampeão. E não falo apenas do ponto de vista curricular. Depois de uma falha na Champions que, face ao adversário, não deixou de surpreender, acrescida de uma eliminação da Taça de Portugal a que se juntou a perda da Taça da Liga para o Braga (por muito irrelevante que este troféu seja), Pereira é o último interessado em fechar um ciclo , se for esse o caso, somente com a tradicional Supertaça no bolso. &lt;p&gt;Perante estes quadros, é fácil de entender que Vitor Pereira diga que &amp;quot;já nos fizeram o funeral várias vezes, mas ainda cá estamos&amp;quot; ou que Jorge Jesus refira que, quem está à beira de três possíveis conquistas, &amp;quot;tem os níveis de confiança mais altos do que nunca&amp;quot;. E não se trata unicamente de discursos para as respetivas &amp;quot;tropas&amp;quot;. É também um suporte psicológico para eles próprios. &lt;p&gt;PS : O técnico do Benfica confirmou que Enzo vai jogar. Assim sendo, a hipótese André Gomes para o meio campo é retirada. Quanto ao resto, continuo a pensar que a opção assentará nos nomes que aqui referi no post anterior. Do lado do FC Porto, nada mais a acrescentar ao onze possível. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6806802" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bc4b712/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664037524/u/49/f/624831/c/32443/s/2bc4b712/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664037524/u/49/f/624831/c/32443/s/2bc4b712/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664037524/u/49/f/624831/c/32443/s/2bc4b712/a2t.img" border="0"/&gt;</description><category domain="http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/tags/FCPortoBenfica2013/default.aspx">FCPortoBenfica2013</category><pubDate>Fri, 10 May 2013 21:31:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/10/o-cl-225-ssico-ii.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6806802</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6806802</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>O clássico (I)</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bb9ae3e/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A90Co0Ecl0E2250Essico0Ei0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Estamos em plena contagem decrescente para o clássico do Dragão , mas também para a grande decisão do campeonato. É certo que apenas um resultado define de imediato o campeão, só que qualquer outro desfecho será uma indicação com elevado grau de probabilidade do conquistador do título. Mesmo sabendo que no futebol nada pode ser dado como garantido, creio que, desta vez, quem sair na frente depois do clássico dificilmente deixará escapar a possibilidade de confirmar o primeiro lugar na derradeira jornada. &lt;p&gt;A situação de FC Porto e Benfica não é absolutamente idêntica. As águias jogam com dois resultados que lhe servem (ganhar e arrumar a questão, ou empatar e permanecer com dois pontos de avanço). Os dragões só aspiram à vitória, única forma de tirarem a liderança ao adversário. Apesar de todas as incidências que marcaram a jornada anterior, esta partida continua a ser de tripla. As vantagens e desvantagens existem sempre, pelo que só o andamento do desafio ditará para que lado pode pender a balança. &lt;p&gt;O FC Porto tem a primeira (teórica) vantagem de jogar em casa. Acresce o facto de andar há algum tempo a realizar apenas um desafio por semana, apresentando um desgaste menor. Do ponto de vista psicológico vê aqui a salvação que julgava perdida, sobretudo após o triunfo dos encarnados na Madeira. Tem uma chance suplementar, mas que também sabe ser a última. O Benfica, após o choque provocado pelo empate com o Estoril, tem praticamente uma semana para recuperar do ponto de vista emocional (que é sempre mais problemático do que o físico) e, a avaliar pelas declarações no Open Day da UEFA, estará a fazê-lo bem. &lt;p&gt;Por outro lado, Vitor Pereira vai poder apresentar o seu melhor onze, recuperado Alex Sandro, com James em curva ascendente, Varela aparentemente melhor, Jackson de volta à veia goleadora e, naturalmente, o habitual trio do meio campo (Fernando, Moutinho, Lucho). Ou seja, o técnico portista não tem propriamente muito que pensar para construir a equipa, basta-lhe recorrer ao que já está consolidado. &lt;p&gt;Jorge Jesus é que não pode dizer o mesmo. Com a quase certa ausência de Enzo Perez, terá de buscar uma alternativa que é determinada pela exclusão de partes. André Gomes é, em tese, o candidato mais forte, se admitirmos que o treinador pode apontar para um quadro semelhante ao utilizado nos jogos fora de casa na Liga Europa. Assim, não surpreenderia ver Gaitan nas costas de Lima, com Salvio e Ola John nas alas. E talvez André Almeida na lateral esquerda. Quer dizer, mesmo sem uma peça vital como Enzo, Jesus tem vários caminhos que pode explorar. &lt;p&gt;Pedro Proença é o árbitro. Apesar dos benfiquistas, pelas razões conhecidas, não gostarem dele, é a escolha &amp;quot;conservadora&amp;quot; que se adivinhava. Isto significa que Vitor Pereira (o do CA) não quis arriscar (ou quis defender-se, como preferirem) e escolheu o homem que, goste-se ou não, é um dos melhores da Europa. Se Pereira tivesse nomeado outro e as coisas corressem mal, seria inevitável que o questionassem por que motivo deixara de fora o árbitro das finais da Champions e do Europeu. Espera-se é que Proença esteja ao nível destas duas ocasiões. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6799729" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2bb9ae3e/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165664864358/u/49/f/624831/c/32443/s/2bb9ae3e/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165664864358/u/49/f/624831/c/32443/s/2bb9ae3e/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165664864358/u/49/f/624831/c/32443/s/2bb9ae3e/a2t.img" border="0"/&gt;</description><category domain="http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/tags/FCPortoBenfica2013/default.aspx">FCPortoBenfica2013</category><pubDate>Thu, 09 May 2013 21:18:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/09/o-cl-225-ssico-i.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6799729</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6799729</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>So long, Sir</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2baf5f39/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A90Cso0Elong0Esir0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Todos sabíamos que um dia ia acontecer. Mas convenhamos que foi algo inesperado. Ou então sou eu que continuo a considerar Alex Ferguson eterno. Se calhar é. Não o homem, obviamente, mas aquilo que ele simboliza. E isto já ninguém conseguirá apagar da História. Retirou-se o grande mestre da arte do futebol. &lt;p&gt;Alex Ferguson é um caso absolutamente invulgar e, precisamente por não haver ninguém comparável, fica esta sensação a meio caminho entre o vazio e a saudade. É tão marcante que hoje deve dizer-se que há um Manchester United antes dele e outro depois dele. Igualmente glorioso, é verdade, só que o facto de ele ser a raiz do MU - Part II torna-o na figura que determinou uma era. O clube não era campeão há 18 anos quando ele chegou e precisou de mais sete para chegar ao título. Simplesmente, porque Inglaterra é mesmo outro mundo, a espera foi entendida como um investimento a longo prazo. E rendeu. Muito. &lt;p&gt;Sir Alex foi, enquanto treinador, alguém com a intuição devidamente apurada para captar, antes dos outros, os sinais que pairavam à sua frente. Quando viu Ryan Giggs, tinha o jogador apenas 13 anos, Ferguson verificou que &amp;quot;flutuava acima do chão como um cocker spaniel a perseguir um pedaço de papel de prata ao vento&amp;quot;. Da mesma forma que o seu sentido de humor implacável, depois de observar um par de atuações de Filippo Inzaghi, ditou a sentença : &amp;quot;Este rapaz deve ter nascido em fora de jogo&amp;quot;. &lt;p&gt;Já estou a imaginar a próxima temporada da Premier League. Tudo bem , vai ter Mourinho. Mas será que podemos vivê-la sem Alex Ferguson? Lá poder, podemos. Mas nunca mais será a mesma coisa. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6791076" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2baf5f39/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/165663968552/u/49/f/624831/c/32443/s/2baf5f39/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/165663968552/u/49/f/624831/c/32443/s/2baf5f39/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/165663968552/u/49/f/624831/c/32443/s/2baf5f39/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Wed, 08 May 2013 23:39:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/09/so-long-sir.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6791076</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6791076</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Decisão frente a frente</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b976be0/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A70Cdecis0E2270Eo0Efrente0Ea0Efrente0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;O FC Porto - Benfica vai mesmo ser o &amp;quot;jogo do título&amp;quot;. Os dragões foram esperando, semana após semana, que o Benfica derrapasse. Os encarnados acabaram por sucumbir, provavelmente, na altura em que já não lhes passava semelhante hipótese pela cabeça. Por (muita) culpa própria e pelo fantástico trabalho de um Estoril, que confirmou a razão pela qual está na corrida a um lugar na Liga Europa. É verdade que a decisão do campeonato está em aberto, mas o cenário de hoje não é igual ao de uma semana. &lt;p&gt;Sobre o papel do Estoril já falaremos, até porque esta equipa de Marco Silva merece um destaque à parte. Olhando primeiro para o Benfica, são vários os motivos que explicam um empate comprometedor. Desde logo a tão propalada questão física, com um desgaste que era visível, mas sempre relativizado pela rotatividade aplicada por Jorge Jesus. No momento em que o técnico anuncia que não há mais rotação, porque estes três jogos (Estoril, FC Porto e Chelsea) eram decisivos, as águias ressentiram-se logo. &lt;p&gt;O Benfica entrou muito bem durante 20 minutos, mas descarregou as &amp;quot;baterias&amp;quot; naquele período. Teve duas excelentes ocasiões para marcar, não conseguiu, e essa ausência de vantagem no marcador tornou-se cada vez mais difícil de superar. Lima, numa noite de falta de inspiração absoluta, acertava no ferro ou atirava por cima, mesmo que tivesse a baliza à mercê. Foi o tempo exato para o Estoril começar a crescer e a passar do simples contra-ataque para o ataque organizado. &lt;p&gt;No entretanto, Enzo lesiona-se. Jesus opta por Carlos Martins (o que se revelaria um erro fatal), em vez de tentar, por exemplo, André Almeida, fazendo subir Matic. Ou lançar Ola John, derivando Gaitan para a zona central. A maior consequência foi o Estoril tomar conta das operações, perante um Matic, tipo pau-para-toda-a-obra, muitíssimo batalhador mas sujeito a um desgaste brutal. &lt;p&gt;Como se isto não bastasse, Artur estava - também ele - em noite nada recomendável. Comete um penálti (não assinalado), é altamente responsável pelo golo dos estorilistas e, num lance caricato, quase entrava com a bola na mão na sua própria baliza. Já depois do empate restabelecido, com a necessidade desesperada de chegar ao triunfo, o técnico encarnado sacrifica Melgarejo para lançar Rodrigo, só que o lado esquerdo dos encarnados ficou pouco melhor do que um buraco. Finalmente, Carlos Martins &amp;quot;acaba&amp;quot; com o jogo ao ser expulso, por evidente falta de senso de quem já tinha visto um cartão amarelo. Ora, todos estes fatores somados tinham tudo para a história correr mal. E correu. &lt;p&gt;Mas há mais. Uma equipa não joga sozinha. Acontece que a outra - o Estoril - joga bem e sabe o que faz. Marco Silva, o técnico revelação deste campeonato logo a seguir a Paulo Fonseca, referiu no final da partida que houve alguma desconsideração para com a sua equipa, ao dar-se como garantido que os três pontos iam ficar na Luz. Tem razão. Os méritos devem atribuídos a quem os tem. Tinha aqui escrito, depois da vitória encarnada na Madeira, que só uma catástrofe difícil de imaginar impediria que o Benfica vencesse os dois desafios em casa que lhe restavam. Não foi catástrofe, foi um ótimo Estoril e é minha obrigação reconhecer isto. &lt;p&gt;Passada a tal fase inicial de pressão encarnada, previsível, a aplicação do plano definido pelo técnico foi perfeita. E com a virtude de se ter sabido adaptar às incidências do desafio e capitalizá-las. Steven Vitória e Yohan Tavares foram figuras &amp;quot;centrais&amp;quot; na solidez defensiva, Jefferson tirou proveito da sua capacidade de execução, Gonçalo Santos foi importante numa zona crucial do terreno, Licá e Luis Leal causaram sistematicamente problemas à defesa encarnada e Vagner, uma vez mais, esteve irrepreensível. Consiga ou não, o facto é que a equipa da Linha tudo tem feito para justificar a presença europeia. &lt;p&gt;Posto isto, Benfica e FC Porto, invencíveis até agora, partem para as derradeiras duas jornadas com uma enorme interrogação sobre qual deles será campeão. Mas, desta feita, com a possibilidade de o decidirem frente a frente. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6775591" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b976be0/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164876819551/u/49/f/624831/c/32443/s/2b976be0/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164876819551/u/49/f/624831/c/32443/s/2b976be0/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164876819551/u/49/f/624831/c/32443/s/2b976be0/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Tue, 07 May 2013 00:10:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/07/decis-227-o-frente-a-frente.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6775591</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6775591</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Os Paços do sucesso</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b8c8584/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A60Cos0Epa0E2310Eos0Edo0Esucesso0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Se alguém dissesse, antes do início do campeonato, que a equipa do Paços de Ferreira estaria, quase no fecho da competição, a somente dois pontos de conquistar o acesso ao play-off da Liga dos Campeões, ninguém acreditaria e, provavelmente, uma hipótese daquelas até arrancaria alguns sorrisos. A questão é que o impensável é real. A equipa pacense, consiga ou não atingir a Liga milionária, confirma-se como a grande revelação da época. Uma temporada histórica. &lt;p&gt;O P.Ferreira é assim uma espécie de oásis no universo do futebol português. Um clube de pequena dimensão que tem as contas em dia, cumpre os seus compromissos fiscais e sociais, paga aquilo que pode - não entra em espirais de delírio, precisamente para ter a certeza de que paga - , sabe escolher os seus profissionais (técnicos e jogadores) e define metas que sejam exequíveis. Tudo isto parece simples, mas é caso mesmo muito raro. O caso de um presidente que não embarca em fantasias. &lt;p&gt;Mas o foco maior, porque é de futebol que se trata, vai para quem levou à prática todo um conceito. Um treinador, Paulo Fonseca, que já mostrou a sua competência e que, porventura, estará a construir aqui a sua rampa de lançamento para outros voos. E um lote de jogadores muito bem escolhidos, face às limitações financeiras, mostrando que nomes como Josué, Vitor, Luiz Carlos ou Cássio, por exemplo, podem fazer a diferença em determinados momentos fulcrais. Mas sempre como reflexo de um forte equilíbrio e solidariedade de grupo, como muito bem sintetizou Tony, o marcador do golo frente ao Sporting : &amp;quot;A nossa pressão é sermos felizes&amp;quot;. &lt;p&gt;A duas jornadas do fim, o Paços chega a este ponto depois de ter derrotado a equipa de Alvalade. Ao contrário do que certamente há uns meses seria o mais provável, os leões nem jogaram mal. Esta equipa cresceu bastante, faz pela vida, e muitas vezes supera inclusivamente aquilo que pode dar. No entanto, o conjunto da Mata Real tem o seu plano de jogo muito bem definido e soube encaixar o seu trio de meio campo (a propósito, Luiz Carlos com mais uma grande exibição) de modo a condicionar as ações ofensivas que o outro trio (Rinaudo, André Martins e o regressado Schaars) pudesse desenvolver. O facto é que este foi um desafio com poucas oportunidades de golo, de parte a parte, em todo o primeiro tempo. &lt;p&gt;Acontece que a necessidade de atingir o objetivo europeu obrigou o Sporting a arriscar mais, sobretudo na segunda parte. Jesualdo fez o que lhe competia, apostando em Viola e Adrien Silva, juntando Carrillo pouco depois. Até poderia dar, mas as mudanças também tiveram os seus reflexos na forma como a zona intermédia passou a agir. Acresce que alguma falta de maturidade, manifestada no lance do golo pacense, fez o resto. Como sublinhou Rinaudo, uma simples desconcentração deitou tudo a perder. &lt;p&gt;Nada está encerrado para o Sporting. É certo que só faltam duas jornadas, mas a conjugação de resultados desta ronda até foi favorável aos leões (a quem convém, igualmente, a derrota do Estoril). Portanto, é apontar aos seis pontos em disputa, possíveis de conquistar, e aguardar que a tendência dos restantes concorrentes fica mais ou menos como está. O clube de Alvalade, num lento processo de reconstrução, também precisa do &amp;quot;selo&amp;quot; europeu. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6767682" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b8c8584/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164876733929/u/49/f/624831/c/32443/s/2b8c8584/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164876733929/u/49/f/624831/c/32443/s/2b8c8584/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164876733929/u/49/f/624831/c/32443/s/2b8c8584/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sun, 05 May 2013 23:47:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/06/os-pa-231-os-do-sucesso.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6767682</guid><slash:comments>6</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6767682</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Outra etapa</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b84fab8/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A40Coutra0Eetapa0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;1 - Mais um jogo, mais uma vitória e lá está o FC Porto, outra vez, a aguardar pela próxima partida do Benfica. Andamos nisto há semanas, não seria de prever outra coisa, mas por muito que os dragões se esforcem os encarnados é que, nesta altura, continuam com a faca e o queijo na mão. Seja como for, Vitor Pereira e os seus jogadores têm a obrigação de retardar o mais possível o desenlace do campeonato. Desta feita, frente ao Nacional, nada teve de complicado. &lt;p&gt;Em apenas meia-hora ficou escrita a história da partida. O resto é apenas um adereço que, mais golo menos golo (e, de facto, podiam ter sido mais), se limitou a vincar que o FC Porto é claramente superior a um Nacional, que oscilou a sua produção de jogo entre o quase nada e o deserto absoluto. &lt;p&gt;Uma bola atirada à barra, três golos (incluindo um calcanhar de Mangala, que teve tanto de fantástico como de irregular), mais duas flagrantes oportunidades para concretizar, tudo isto em pouco mais de uma vintena de minutos, arrasaram prematuramente com quaisquer ideias que os madeirenses pudessem ter. Se é que tinham. Basta recordar que, excetuando o golo que marcou (à custa de um penálti cometido por Mangala), o Nacional foi de uma inexistência total. Aliás, só na segunda parte Manuel Machado se lembrou que tinha Claudemir (e Keita), o que leva a tornar incompreensível a escolha daquele onze inicial. &lt;p&gt;Os dragões simplificaram tão depressa as coisas que o técnico até aproveitou para retirar mais cedo duas peças do meio campo, Fernando e Lucho, a pensar já no desafio do Dragão frente ao Benfica. E também Varela, que foi um dos melhores na partida. Destaque a registar ainda para James, que parece estar outra vez em curva ascendente, já que foi um dos elementos mais influentes na Choupana. Em resumo, sem precisar de &amp;quot;esmagar&amp;quot;, um triunfo simples e claro. &lt;p&gt;Não vou falar particularmente de Cosme Machado, porque o senhor nunca foi bom árbitro e não é agora que passará a sê-lo. Volto, sim, a reiterar que a culpa não é, em rigor, dos Machados, Capelas ou outros. Se eles vão apitar estes jogos cruciais é porque alguém os nomeia. Então que a responsabilidade seja devidamente atribuída. &lt;p&gt;2 - Luis Filipe Vieira garantiu aos benfiquistas que Jorge Jesus vai continuar. Ainda não é a renovação, no papel, mas o anúncio de que isso acontecerá daqui a umas semanas. Vieira fez aquilo que era previsível e mais aconselhável. &lt;p&gt;É verdade que o Benfica ainda não venceu qualquer das três frentes em que pode triunfar, mas mesmo que o técnico não faça o pleno (desde que garanta o campeonato, obviamente), há também outros fatores que contribuem para esta opção. Jesus já valeu largos milhões ao Benfica e, certamente, no final da temporada renderá uns quantos mais, se nomes como Matic e Gaitan forem para os destinos que se admite. Nos dias que correm isto é, por vezes, o oxigénio que permite manter vivo tudo o resto. &lt;p&gt;Ficou apenas por esclarecer se Jesus fica até 2016. Depreende-se que a intenção será esta , pois Vieira sublinhou que enquanto ele for presidente, Jesus é o treinador. Todos sabemos que, em Portugal, estas alianças de longo prazo dificilmente se concretizam. No entanto, e ainda antes da época terminar, foi Jesus quem cumpriu uma das promessas eleitorais de Vieira, o regresso a uma final europeia. Quererá o presidente ter o treinador como obreiro das restantes promessas feitas para o futebol? &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6761506" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b84fab8/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164876712303/u/49/f/624831/c/32443/s/2b84fab8/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164876712303/u/49/f/624831/c/32443/s/2b84fab8/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164876712303/u/49/f/624831/c/32443/s/2b84fab8/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sat, 04 May 2013 22:45:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/04/outra-etapa.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6761506</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6761506</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Euroáguia</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b737271/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A30Ceuro0E2250Eguia0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Foram 23 anos. O Benfica está de volta a uma final europeia e é fácil de entender o que significa, para um clube da dimensão social e desportiva do da Luz, pôr fim a tão longo interregno. Pode sempre argumentar-se que aquela dimensão vale por si só, mas o que conta mesmo são os registos históricos. O &amp;quot;estar no mapa&amp;quot;. Era muito importante para o Benfica fazê-lo. Ganhe ou não em Amesterdão, há algo que já ninguém pode anular : as águias voltaram à ribalta. &lt;p&gt;Tinha aqui referido antes, que seria determinante abordar a segunda mão com o Fenerbahce com o &amp;quot;querer&amp;quot; chegar à final. Não chegava o &amp;quot;crer&amp;quot;. Ora, o Benfica quis muito. A entrada da equipa encarnada foi brilhante, aos 10 minutos já tinha anulado a desvantagem (grande execução técnica de Gaitan) e até aos 20 não deu a menor hipótese ao adversário de sair da sua metade do terreno, embora não aproveitando mais duas ótimas hipóteses para aumentar a contabilidade. &lt;p&gt;A condição física do Benfica foi excelente. Mas parece difícil separar a superação dos jogadores do facto de sentirem que estavam no desafio que os poderia colocar numa final europeia, algo que qualquer futebolista pretende jogar, por muito que ganhar um campeonato seja marcante na respetiva carreira. Repare-se que os encarnados só &amp;quot;abanaram&amp;quot; emocionalmente a seguir ao golo de Kuyt, provavelmente mais pelas circunstâncias (arbitrais) em que sucedeu do que pelo golo em si. &lt;p&gt;No entanto, em apenas uma dezena de minutos, tudo voltou à normalidade. É aqui que dois homens assumem um papel fulcral para que se possa entender o que é hoje a estrutura do Benfica. Matic, com mais uma demonstração do que é aliar técnica a sentido posicional, e Enzo, com uma exibição absolutamente notável, trataram de repor os níveis de ansiedade da equipa no seu devido lugar, isto é, baixos. O 2-1 de Cardozo, que já tinha ameaçado antes, serviu para que o Benfica voltasse ao ponto anterior, ou seja, à necessidade de marcar apenas mais um para triunfar na eliminatória. Pouco depois Kuyt perde o empate à boca da baliza e, formalmente, o Fenerbahce acabou aqui. &lt;p&gt;A segunda metade do desafio resumiu-se à espera da confirmação do que se tornava já muito evidente. Coube a Cardozo, novamente, ditar a sentença. O paraguaio pode ser o ponta de lança mais irritante do mundo para muitos, mas mesmo estes não resistem a render-se a uma veia goleadora que, quando desperta, faz destas e doutras. E mais importante : resolve jogos. Acabou por ser a estrela maior numa equipa em que o sentido de solidariedade constituiu a palavra de ordem. Quando se vê Gaitan e Salvio a participarem ativamente no processo defensivo, não é preciso acrescentar mais nada. &lt;p&gt;Agora, uma palavra para Jorge Jesus. Ninguém sabe em rigor como será o futuro dele, nem se continuará a passar pelo Benfica. Mas o técnico acaba de inscrever o seu nome na lista de treinadores encarnados que levaram a equipa a finais europeias. Graças a uma gestão do plantel como ainda não conseguira desde que chegou ao clube (nem no ano em que foi campeão), Jesus colocou o Benfica perante a possibilidade de discutir duas finais (uma doméstica e outra europeia) e de caminhar, em simultâneo, para o título. No fim, logo se verá o que vai realmente conquistar. Só que há aqui muito trabalho de Jesus, numa temporada em que, por razões várias, também teve de inventar aquilo que não tinha. Os já citados Matic e Enzo são, provavelmente, o melhor exemplo disto mesmo. &lt;p&gt;Uma arbitragem tão débil numa meia final europeia dá que pensar sobre a verdadeira qualidade de certos nomes que, pelos vistos, não são aquilo que parecem ser. Do ponto de vista disciplinar foi uma salada e no capítulo técnico idem aspas, ou pior. Mas será que vale a pena continuar a &amp;quot;desancar&amp;quot; os árbitros portugueses perante isto? &lt;p&gt;A Liga Europa é, desta vez, a via para a (re)afirmação europeia de Benfica e Chelsea. Na Champions falharam, mas o facto é que estão ambos na final da Liga Europa. Um reencontro. Todos se lembram da forma como o Benfica foi eliminado, na época passada, na Liga dos Campeões. Só que várias coisas mudaram entretanto nos dois lados. Este Chelsea é menos &amp;quot;resultadista&amp;quot; e este Benfica é menos &amp;quot;ingénuo&amp;quot;. Além de que a decisão é numa única partida, o que faz toda a diferença. E, como diz a velha máxima, as finais não se jogam, ganham-se. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6746222" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b737271/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164876702100/u/49/f/624831/c/32443/s/2b737271/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164876702100/u/49/f/624831/c/32443/s/2b737271/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164876702100/u/49/f/624831/c/32443/s/2b737271/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Fri, 03 May 2013 00:15:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/03/euro-225-guia.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6746222</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6746222</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Querer a ribalta</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b6622c5/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A50C0A10Caaaa0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;1 - Dois anos depois o Benfica tem a possibilidade de voltar a uma final europeia. Jorge Jesus acredita que sim, invocando três razões : a desvantagem de um golo poder ser ultrapassada, os encarnados serem muito fortes quando têm de decidir em casa e o Fenerbahce ter um rendimento menor fora do seu ambiente. Tudo isto é verdade, mas ainda não o suficiente para garantir a viagem a Amesterdão. &lt;p&gt;Para sermos claros : globalmente, do ponto de vista individual e coletivo, o Benfica é melhor do que a equipa turca. Partiu como favorito na eliminatória e não foi a derrota tangencial em Istambul que mudou o cenário. Mas 1-0, como se referiu logo na altura, é um resultado suficientemente perigoso que veda a possibilidade de qualquer falha no processo defensivo, que permita ao Fenerbahce marcar na Luz. Este é o primeiro perigo. O segundo reside no facto deste duelo ser encarado pelos turcos como o jogo de uma vida. O que não é secundário neste contexto. &lt;p&gt;Depois há a tão propalada questão física. Para quem tem a carga de jogos non-stop a que o Benfica tem sido submetido é inevitável que o desgaste surja e se note. No entanto, com mais ou menos dificuldade, os encarnados continuam vitoriosos nesta quinzena das decisões. No campeonato, os triunfos sobre Sporting e Marítimo (este, então, com uma relevância que pode ter sido decisiva) deixaram o Benfica à beira do título. Acontece que é justamente o suplemento anímico que, muitas vezes, permite superar eventuais debilidades físicas. Não é irrelevante a uma equipa saber que um pequeno passo mais, um pequeno esforço mais, pode deixá-la, de novo, na ribalta europeia. &lt;p&gt;Por outro lado, Jesus dispõe, para o desafio da Liga Europa, de praticamente todos os elementos, faltando Ola John, que fica de fora por castigo. Ora, com uma defesa completa, um meio campo assente em Matic e Enzo e, depois, com múltiplas opções ofensivas, há motivos para acreditar que é possível. E se o Benfica conseguir marcar cedo - e anular rapidamente a desvantagem - maior é a razão para admitir que a equipa portuguesa estará na final da Holanda. &lt;p&gt;2 - E a Champions vai para a Alemanha. Barcelona e Real Madrid, como se calculava, vão mesmo assistir à final de Wembley sentados no sofá. O Dortmund resistiu em Madrid, perante um Real esforçado mas inconsequente, que tinha deitado o destino à rua numa desastrada primeira mão. O Bayern, por seu lado, destroçou um Barça que é hoje uma vaga sombra dos tempos de Guardiola. Com ou sem Messi. &lt;p&gt;O irónico de tudo isto é que será Guardiola a pegar na máquina de futebol em que a equipa bávara se tornou. Uma dupla curiosidade para desvendar nas próximas temporadas : como será o técnico catalão na condução do melhor conjunto europeu da atualidade (que ele não construiu) e que ciclo está reservado à Espanha nos próximos anos, terminado o prazo de validade deste Barcelona, em simultâneo, com um Real sem Mourinho. &lt;p&gt;3 - A FPF chumbou o alargamento que a Liga pretendia introduzir já na próxima época, utilizando a reintegração do Boavista como pretexto. Uma decisão óbvia, a menos que o futebol português, que já não está bom da cabeça, tivesse enlouquecido de vez. &lt;p&gt;Ficou aberta a porta para o regresso dos axadrezados em 2014/15, como fazia sentido, tendo a Liga de definir até 30 de Junho deste ano o método que propõe para o ajustamento. Se houvesse alguma sensatez, subiriam os dois primeiros da II Liga (que se juntariam ao clube do Bessa) e desceriam três da I Liga. Mas isto é coisa para os países normais. Por cá, preparem-se, porque vem aí outra &amp;quot;saída&amp;quot; mirabolante.&lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6736801" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b6622c5/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164876616140/u/49/f/624831/c/32443/s/2b6622c5/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164876616140/u/49/f/624831/c/32443/s/2b6622c5/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164876616140/u/49/f/624831/c/32443/s/2b6622c5/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Wed, 01 May 2013 21:02:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/05/01/aaaa.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6736801</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6736801</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Um jogo para o título</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b5353a8/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C30A0Cum0Ejogo0Epara0Eo0Et0E2370Etulo0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;A forma como os jogadores e equipa técnica do Benfica festejaram o triunfo nos Barreiros é, só por si, significativa e elucidativa. Eles tinham consciência de que a partida frente ao Marítimo era um (ou o?) jogo-chave da fase final do campeonato. Os três pontos conquistados deixam o título exclusivamente dependente dos encontros com Estoril e Moreirense, na Luz, desafios que apenas uma catástrofe difícil de imaginar pode impedir que sejam de consagração. &lt;p&gt;Mas os festejos dos encarnados derivaram também de outro factor. É que a vitória foi bastante complicada, perante um conjunto madeirense que não perdia em casa desde Outubro do ano passado. Ainda que, curiosamente, o Benfica tivesse entrado em vantagem logo aos cinco minutos. Simplesmente, o resto do primeiro tempo foi um contraste com o arranque. &lt;p&gt;Jorge Jesus falou de &amp;quot;ansiedade&amp;quot; prematura que terá levado os jogadores a pensarem em gerir o avanço logo ali. Talvez, mas também porque o Marítimo não se sentiu afetado pela infantilidade de Márcio Rozário, que cometeu a grande penalidade. Aliás, ele próprio &amp;quot;respondeu&amp;quot; pouco depois com um remate ao poste da baliza de Artur. Acontece ainda que houve muita coisa que não funcionou como devia na equipa encarnada. &lt;p&gt;Os laterais, Maxi e André Almeida (Melgarejo, certamente por prudência, ficou de fora) tiveram grandes dificuldades com os alas madeirenses, vendo-se várias vezes Sami e Heldon a ganhar espaços e a passarem até com alguma facilidade, Ola John distante do jogo e Rodrigo a vaguear sem soluções aproveitáveis. Daqui até ao golo do empate foi um passo, num lance em que toda a defesa do Benfica não está isenta de responsabilidades. &lt;p&gt;Depois do intervalo, fosse por terem compreendido o enorme risco que estavam a correr no jogo (e, por consequência, no campeonato), fosse por perceberem que sem pressão séria sobre o adversário nunca passariam &amp;quot;daquilo&amp;quot; - ou pelas duas coisas - a verdade é que se registou uma transformação pela positiva dos jogadores encarnados. Lima atirou por duas vezes aos ferros, Salvio assumiu-se como a gazua que faltava, Matic e Enzo passaram a explorar com mais lucidez a zona central do campo e Jesus também ajudou ao retirar Ola John e colocar Cardozo. O Marítimo continuou a ir &amp;quot;lá acima&amp;quot;, mas os lances de perigo real diminuíram. &lt;p&gt;A persistência deu resultado. Foi um autogolo, mas estes também contam. E aqui, sim, foi o momento do técnico encarnado definir a cadência, ao abdicar de um Rodrigo sem chama (Lima e Cardozo davam conta do recado), optando por Carlos Martins e, assim, transmitir equilíbrio à equipa. Roderick, já nos derradeiros minutos, foi mais um para &amp;quot;trancar a porta&amp;quot; em definitivo. &lt;p&gt;Pode não ser ainda a &amp;quot;autoestrada&amp;quot; para o título, mas o Benfica abriu, pelo menos, uma &amp;quot;via rápida&amp;quot;. Basta-lhe vencer o Estoril para &amp;quot;neutralizar&amp;quot; o jogo no Dragão, como sempre pretenderam os responsáveis benfiquistas. Agora, e porque a presença numa final europeia também estava na lista de promessas eleitorais de Luis Filipe Vieira, cabe a Jorge Jesus virar o &amp;quot;chip&amp;quot; dos seus homens para tentarem, já esta época, cumprir o objetivo traçado pelo presidente. Mesmo sabendo que vai ser tarefa árdua. &lt;p&gt;PS : Como nas últimas jornadas a galáxia portuguesa só sabe falar de arbitragens e, em particular, de grandes penalidades, desta vez a &amp;quot;vítima&amp;quot; foi Cardozo. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6723264" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b5353a8/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164876508599/u/49/f/624831/c/32443/s/2b5353a8/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164876508599/u/49/f/624831/c/32443/s/2b5353a8/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164876508599/u/49/f/624831/c/32443/s/2b5353a8/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Apr 2013 23:08:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/30/um-jogo-para-o-t-237-tulo.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6723264</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6723264</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Dragão à espreita</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b414832/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C280Cdrag0E2270Eo0E2240Eespreita0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;O jogo do FC Porto perante o V.Setúbal foi uma espécie de &amp;quot;ganhar e esperar, parte II&amp;quot;, aguardando agora aquilo que o Benfica conseguirá na Madeira. O desfecho do desafio do Dragão era previsível, até porque a equipa sadina foi fazer o que é crónico de cada vez que conjuntos com menor capacidade lá se deslocam (ou à Luz, o processo é idêntico). Os portistas só podem lamentar-se da sua própria ineficácia por terem prolongado demasiado tempo o desenlace. Mas a haver um vencedor - e com este desnível qualitativo haveria sempre - só podia ser a equipa da casa. &lt;p&gt;Ao olharmos para o global do encontro constatamos que em quase 80 por cento do tempo o V.Setúbal ficou a ver jogar. Nunca o controlo do desafio esteve em causa, e se excetuarmos uma ou duas subidas dos sadinos no terreno, a primeira parte da partida ficou reduzida praticamente a metade do terreno. E a segunda pouca diferença fez. &lt;p&gt;O problema dos dragões continua a ser - e isso tem-se notado mais recentemente - uma quebra no índice de concretização. Só nos 20 minutos iniciais tiveram três ótimas oportunidades (numa delas Atsu falhou de baliza aberta, depois de uma saída inacreditável de Kieszek), lances que poderiam ter arrumado o assunto em devido tempo. E nem com a entrada de Varela a situação se alterou, pois o internacional português assinou a melhor jogada do primeiro tempo, só que Jackson falhou à boca da baliza. &lt;p&gt;Mesmo perdendo a profundidade de Alex Sandro para a segunda parte (também não estava fisicamente bem, o que levou à entrada de Abdoulaye e à passagem de Mangala para o lado esquerdo da defesa), a verdade é que nada de substancial mudou na história do jogo. Um Vitória apostado em manter tudo a zeros até ao fim, ainda escapou ao primeiro golpe (Kieszek defendeu muito bem o penálti que James marcou muito mal), mas já não resistiu ao rasgo de génio da trivela do mesmo James que teve em Lucho um finalizador à altura. Acabada a &amp;quot;resistência&amp;quot; , o segundo golo foi a sequência natural e, não fosse o poste, a contabilidade até podia ter subido. &lt;p&gt;José Mota queixa-se de uma grande penalidade que não foi assinalada a favor da sua equipa, mas mesmo tendo razão, cabe perguntar onde está a lógica de uma estratégia que passa por nada fazer para marcar e, depois, esperar que qualquer coisa caia do céu para os salvar. Por exemplo, compreende-se deixar os pontas de lança de fora e só recorrer a eles quando o jogo está perdido? &lt;p&gt;O FC Porto vai passar mais dois dias à espera. Tal como antes, continua agora dependente daquilo que o Benfica obtiver. Simplesmente, esta partida dos encarnados com o Marítimo pode significar o fecho de quase todas as esperanças para os dragões. Resta saber se o Benfica vence. Mas este é um problema que só diz respeito a Jorge Jesus e aos seus jogadores. &lt;p&gt;Nota à Margem : Já muito se disse sobre a incompreensível classificação atribuída a João Capela. No entanto, o dado mais relevante desde quadro reside no facto do CA ter contestado a nota do árbitro e, em simultâneo, Vitor Pereira deixar João Capela fora das nomeações desta jornada. O que só reforça que as escolhas para as rondas decisivas devem reger-se pelo bom senso. E vai mesmo ser assim? &lt;p&gt;PS : Por razões pessoais só voltarei ao terreno na segunda-feira. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6710614" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b414832/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016449594/u/49/f/624831/c/32443/s/2b414832/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016449594/u/49/f/624831/c/32443/s/2b414832/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016449594/u/49/f/624831/c/32443/s/2b414832/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sun, 28 Apr 2013 00:05:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/28/drag-227-o-224-espreita.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6710614</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6710614</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>A (euro)incerteza</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b2e7767/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C250Ca0Eeuro0Eincerteza0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;A invencibilidade do Benfica na Liga Europa chegou ao fim. Os encarnados não passaram na Turquia, justamente batidos por um Fenerbahce, que até poderia ter ido mais longe do que o simples 1-0 que conseguiu. Desta vez, as águias não marcaram fora de casa, como tem sido hábito. Mas faltou mais do que isto. O Benfica ficou vários furos abaixo do que seria de esperar numa meia-final. &lt;p&gt;Apesar de estar &amp;quot;disponível&amp;quot; para jogar na frente doméstica (campeonato) e na europeia, a verdade é que Jorge Jesus, na semana das decisões cruciais, optou por assegurar o melhor elenco possível para o próximo desafio com o Marítimo (Lima e Gaitan são prioritários). Por princípio, a escolha nem é criticável, por motivos que são demasiado óbvios. Mas encerra sempre consequências, sobretudo porque o adversário turco apostou as fichas todas nesta Liga Europa. &lt;p&gt;Pablo Aimar voltou a ser titular, mesmo sabendo que o argentino não tem assim tanta capacidade de resposta para estar mais perto de Cardozo quanto seria exigível. André Gomes, no meio campo, foi a opção lógica, face à ausência de Enzo (e André Almeida também não era possível), mas mesmo tendo realizado uma exibição razoável, está longe de poder ligar o jogo entre setores como Enzo sabe fazer. Jardel foi o substituto de Luisão, mas não ter o capitão no terreno é abdicar de um &amp;quot;farol&amp;quot; orientador no setor mais recuado. &lt;p&gt;Os encarnados até começaram bem, só que, passado o primeiro quarto de hora, o Fenerbahce foi ganhando terreno, explorando principalmente o (debilitado) lado esquerdo encarnado, com responsabilidades repartidas por Ola John e Melgarejo. Gonul várias vezes entrou por aquele corredor com uma facilidade pouco aceitável. Um falhanço de Webó na pequena área de Artur e um remate de Sow ao ferro da baliza encarnada ditaram a viragem. E o Benfica só não chegou ao intervalo já a perder porque Cristian bateu um penálti ao poste (depois de uma falta totalmente desnecessária de Ola John). &lt;p&gt;Claro que a segunda parte trouxe Galtan em vez de Aimar. O problema é que o andamento era um bocado tardio para se obter uma inversão da tendência. Cristian e Meireles abriram a segunda metade com dois pontapés certeiros que levaram Artur a assinar outras tantas fantásticas defesas. Para não parar o balanço, Kuyt voltou a atirar ao poste, sendo que o Benfica apenas &amp;quot;respondeu&amp;quot; no único momento em que Gaitan se libertou para devolver a bola ao ferro da baliza de Demirel. &lt;p&gt;No entanto, o que já era previsível acabaria por acontecer. Korkmaz fez o golo que o Fenerbahce prometia há bastante tempo e, por muito boa vontade que houvesse, cedo se percebeu que o Benfica iria ter enormes dificuldades para, sequer, restabelecer a igualdade no quarto de hora final. Se não o conseguira com Rodrigo e Cardozo, ainda antes do golo turco, era pouco provável que o fizesse com a aposta em Carlos Martins. &lt;p&gt;Ir para a segunda mão com uma desvantagem de 1-0 é, naturalmente, um resultado perigoso. Nada de inultrapassável, mas o simples facto de obrigar a um triunfo por uma diferença de dois já torna a tarefa particularmente complexa. Claro que os regressos de Luisão, Enzo e André Almeida também vão contar, tal como as ausências de Webó, Topal e, eventualmente, Meireles. &lt;p&gt;Mas há algo que corre em paralelo e que, tal como agora, não é irrelevante. Acontece que o Benfica está embrenhado em duas frentes (a Taça de Portugal não é questão para agora), pelo que o desafio da Madeira - aquilo que dele derivar - terá sempre reflexos na partida com o Fenerbahce. Mais um passo rumo ao título pode significar o &amp;quot;empurrão&amp;quot; para a final europeia. Caso contrário, o que pesará mais?&lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6696963" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b2e7767/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016390276/u/49/f/624831/c/32443/s/2b2e7767/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016390276/u/49/f/624831/c/32443/s/2b2e7767/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016390276/u/49/f/624831/c/32443/s/2b2e7767/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Apr 2013 22:57:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/25/a-euro-incerteza.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6696963</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6696963</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>O tabuleiro europeu</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b21c9d9/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C240Co0Etabuleiro0Eeuropeu0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;1 - O segundo andamento da quinzena-das-decisões para o Benfica passa por Istambul. Depois do triunfo sobre o Sporting, que remete a partida com o Marítimo para o estatuto de &amp;quot;jogo para o título&amp;quot; (não confundir com &amp;quot;jogo do título&amp;quot;), a deslocação à Turquia marca o primeiro lance no tabuleiro da Liga Europa. &lt;p&gt;Sendo que dificilmente a eliminatória ficará resolvida neste desafio, importará ao Benfica, contudo, acautelar a segunda mão. Isto significa muito simplesmente que os encarnados devem persistir naquela que tem sido a sua mais valia nos duelos europeus : marcar fora de casa. O Fenerbahce é uma equipa sólida, mas do ponto de vista defensivo poderá não ser imune ao &amp;quot;contra golpe&amp;quot; que Jorge Jesus tanto prefere. &lt;p&gt;No entanto, a questão central para o técnico das águias é a arrumação das peças, face às baixas forçadas com que terá de lidar. Não ter André Almeida, nem Enzo, obriga a soluções que, noutro quadro, certamente não estariam na linha de prioridades. Maxi Pereira, pelo momento irregular que atravessa, é apenas a alternativa possível, e André Gomes a opção plausível. O que obrigará, provavelmente, a um trabalho (ainda) mais assertivo de Matic. E depois também há Jardel, chamado para suprir a ausência de Luisão, nada a que não esteja habituado. Se mantiver com Garay a articulação que já demonstrou antes, o problema do eixo da defesa talvez não seja a maior preocupação. &lt;p&gt;Seja como for, o Benfica pode alcançar em Istambul um resultado que o mantenha na calha da qualificação. Com muita cabeça fria (é preciso &amp;quot;desligar&amp;quot; do ambiente das bancadas) e golos. Um que seja pode ser determinante. &lt;p&gt;2 - A derrocada espanhola na Champions foi total. Bayern de Munique e Borússia de Dortmund não deixaram que a tal final, desejada há largo tempo pelo &amp;quot;establishment&amp;quot;, pudesse acontecer. A menos que surja algo de inesperadamente épico, Barcelona e Real Madrid arriscam assistir ao jogo de Wembley no sofá. &lt;p&gt;Para começar, o Bayern esvaziou uma equipa catalã com Messi a menos e desarticulação a mais. Jupp Heynckes, um técnico que está de saída de Munique, prepara-se para a segunda final europeia consecutiva, assente numa equipa que anda muito perto de um eficaz bulldozer em ação. Mais : arrisca-se a ser ele a deixar a coroa da Liga dos Campeões a Pep Guardiola, precisamente o homem que &amp;quot;inventou&amp;quot; o fabuloso Barcelona que tudo ganhou. Irónico. Agora que já se percebeu no que deu o Barça sem Guardiola, falta conferir no que dá Guardiola sem o Barça. Mas com o Bayern. &lt;p&gt;Com apenas algumas e pouco sensíveis nuances, a história repetiu-se entre Borússia e Real. Uns com tudo a mais, outros com tudo a menos. A carga alemã, que não vive da projeção planetária das suas figuras (Messi e Ronaldo hegemonizam), vale-se - e impõe - a sua vocação para ser estruturalmente mais elaborada. Junte-se um lote de jogadores tecnicamente a roçar a perfeição e os resultados são inevitáveis. Até goleadas às equipas que eram consideradas &amp;quot;as duas melhores do mundo&amp;quot;. &lt;p&gt;Curioso mesmo é que Lewandowsky pode vir a juntar-se a Gotze no futuro Bayern de Munique. De Pep Guardiola. &lt;p&gt;PS : Uma norma do diploma que criou o Tribunal Arbitral do Desporto foi declarada inconstitucional pelo Tribunal Constitucional. Mais uma. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6690462" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b21c9d9/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016335767/u/49/f/624831/c/32443/s/2b21c9d9/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016335767/u/49/f/624831/c/32443/s/2b21c9d9/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016335767/u/49/f/624831/c/32443/s/2b21c9d9/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Wed, 24 Apr 2013 21:33:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/24/o-tabuleiro-europeu.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6690462</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6690462</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Jogo de expetativas</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b07e079/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C220Cjogo0Ede0Eexpetativas0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Depois do dérbi, o Benfica tem o Marítimo no horizonte, no meio da Liga Europa. É mesmo o momento da decisão para o líder do campeonato? Este foi o ponto de partida para o Jogo Jogado desta semana, na TSF. Mas ainda na sequência do duelo entre águias e leões, também se analisou a&amp;nbsp;reequação do futuro de&amp;nbsp;Jesualdo Ferreira&amp;nbsp;no Sporting.&amp;nbsp;Sim ou não&amp;nbsp;e em que enquadramento?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto ao FC Porto, enquanto espera para ver o que o Benfica faz, Pinto da Costa apresentou a sua recandidatura&amp;nbsp;à presidência do clube. Para mandato de &amp;quot;transição&amp;quot; ou algo diferente?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6673188" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2b07e079/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016259243/u/49/f/624831/c/32443/s/2b07e079/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016259243/u/49/f/624831/c/32443/s/2b07e079/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016259243/u/49/f/624831/c/32443/s/2b07e079/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Apr 2013 19:31:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/22/jogo-de-expetativas.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6673188</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6673188</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>O dérbi</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2afef67a/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C220Co0Ed0E2330Erbi0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Nem superioridade categórica, nem sequer um mar de tranquilidade. Mas o Benfica ganhou o dérbi, como era provável, valendo-se da classe individual das suas unidades. Aconteceu no primeiro golo, mas, sobretudo, no segundo, um lance antológico de Gaitan que Lima selou. O Sporting foi mais do que se pensava que fosse e, convenhamos, foi muito. Um verdadeiro exemplo de superação. Outra vez o dedo de Jesualdo Ferreira. Para que fosse um clássico em pleno, só faltou um árbitro para este grau de exigência. &lt;p&gt;Atendendo a que as águias tinham muito mais em causa neste jogo do que os leões, a primeira ideia que saltou foi a de que o Sporting estava claramente menos ansioso do que a equipa da casa. Foi o primeiro vector da linha orientadora de Jesualdo Ferreira para este encontro, revelador de um trabalho a nível psicológico que só mesmo por distração pode ser ignorado. &lt;p&gt;A equipa leonina surpreendeu com a sua entrada na Luz. Ao destacar André Martins para uma primeira fase de &amp;quot;controlo&amp;quot; a Matic, reduzindo espaços ao meio-campo encarnado (Enzo não teve a vida facilitada) e explorando o lado esquerdo do Benfica, ao aproveitar as subidas de Melgarejo lançando (a velocidade e técnica) de Bruma, o treinador do Sporting condicionou aquela que seria, obviamente, a intenção dos encarnados, ou seja, assumir o jogo e determinar o andamento. &lt;p&gt;Numa partida em que nem houve um grande número de oportunidades de golo, o Benfica aproveitou de forma irrepreensível a primeira de que dispôs (grande execução de Salvio). Reside aqui o maior factor de desequilíbrio entre as duas equipas, nada que não se soubesse, mas que este desafio mostrou de forma vincada. Um momento que, por outro lado, fez com que a equipa encarnada finalmente &amp;quot;acordasse&amp;quot; e conseguisse exercer alguma da pressão que, até aí, esteve impedida de realizar. &lt;p&gt;A segunda parte, curiosamente, &amp;quot;abriu&amp;quot; o jogo bem mais cedo do que se previa. O Sporting não abdicou, até porque a vantagem tangencial do Benfica dava margem para alguma crença leonina. Mas, uma vez mais, o factor-qualidade (nas alternativas) acabaria por ditar as regras. &lt;p&gt;Repare-se : Jesualdo ficou sem Dier e Miguel Lopes, lesionados. No primeiro caso, teve de entrar Schaars. Depois, apostou em Viola (retirando Capel), mas a lesão de Miguel Lopes, determinou a utilização de Boulahrouz e a passagem de Ilori para o lado direito da defesa. Entretanto, Jesus, ao colocar Ola John em campo (pela saída de Cardozo), desvia Gaitan para a zona central e liberta Lima na frente. Cinco minutos depois o resultado estava feito. Não é apenas coincidência. &lt;p&gt;Falta falar de João Capela, o alvo preferencial do Sporting neste encontro. O árbitro não esteve à altura das exigências do dérbi, assinando uma atuação longe da que protagonizara, uma semana antes, na final da Taça da Liga. As faltas, quando existem , devem ser assinaladas, incluindo nas grandes áreas (a propósito, Maxi Pereira não está, definitivamente, numa fase recomendável). &lt;p&gt;Sem questionar o papel negativo de Capela, é importante, contudo, que não se resuma a responsabilidade da derrota ao (mau) trabalho da arbitragem. Aliás, um dos pontos mais relevantes da noite veio pela voz do próprio Jesualdo Ferreira, ao dar os exemplos do Benfica, FC Porto e até do Bayern de Munique para salientar até que ponto é necessária uma estabilidade técnica que possibilite pôr uma equipa a render na plenitude. Isto é, o tempo e o espaço que qualquer clube precisa para trabalhar e potenciar os seus valores. Como Jesualdo está a fazer no Sporting. Terá ele a margem temporal que Jesus teve para o atingir? &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6666231" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2afef67a/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016232685/u/49/f/624831/c/32443/s/2afef67a/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016232685/u/49/f/624831/c/32443/s/2afef67a/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016232685/u/49/f/624831/c/32443/s/2afef67a/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sun, 21 Apr 2013 23:40:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/22/o-d-233-rbi.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6666231</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6666231</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>A espera</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2af741a9/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C210Ca0Eespera0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;Ganhar e esperar. É esta a sina imediata do FC Porto. Moreira de Cónegos foi mais uma etapa , cumprida pelos dragões sem grandes sobressaltos. Tirando uma meia hora inicial, em que o Moreirense apostou unicamente na velocidade de Ghilas e colocou Helton à prova por três vezes, o resto foi apenas a confirmação do que se previa. Com Jackson a reabrir o livro da receita goleadora. O Moreirense vai continuar a sua luta pela sobrevivência e o FC Porto na sua luta pela paciência. &lt;p&gt;Objetivamente, este resultado pouco altera em relação ao que o Benfica necessita no dérbi. Para chegar ao título terá sempre de derrotar o Sporting. Só haveria um suplemento anímico para os encarnados se a equipa portista não tivesse somado os três pontos. Assim , a premissa que existia antes mantém-se imutável agora para as águias. &lt;p&gt;Jorge Jesus antecipou corretamente o duelo com os leões. Não vale a pena fingir que o Benfica não é favorito, mas há uma enorme diferença entre o contexto e a realidade. Esta é ditada unicamente por aquilo que se faz em campo. O técnico sabe que os adeptos estão muito (totalmente?) confiantes, por isso tratou de impedir que esta onda de &amp;quot;certeza absoluta&amp;quot; passasse para dentro, ao classificar o jogo como uma &amp;quot;etapa de montanha&amp;quot;. Precisamente : vai ser preciso pedalar bastante para chegar &amp;quot;à Torre&amp;quot;. &lt;p&gt;Por outro lado, Jesualdo Ferreira, sem negar o favoritismo do adversário, lá foi sublinhando que não é &amp;quot;animal de empates&amp;quot;, portanto, deixou um aviso implícito de que a jovem equipa do Sporting, mesmo não sendo do mesmo patamar qualitativo, vai usar os argumentos de que dispõe para algo mais do que complicar a vida ao Benfica. &lt;p&gt;A única certeza que fica antes do desafio é que algo de relevante vai marcar o campeonato depois dele. Em que sentido, logo veremos. &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6660878" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2af741a9/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016207349/u/49/f/624831/c/32443/s/2af741a9/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016207349/u/49/f/624831/c/32443/s/2af741a9/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016207349/u/49/f/624831/c/32443/s/2af741a9/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sun, 21 Apr 2013 00:47:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/21/a-espera.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6660878</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6660878</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>A espera</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2af70095/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C20A0Ca0Eespera0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6660843" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2af70095/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016197415/u/49/f/624831/c/32443/s/2af70095/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016197415/u/49/f/624831/c/32443/s/2af70095/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016197415/u/49/f/624831/c/32443/s/2af70095/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Sat, 20 Apr 2013 22:30:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/20/a-espera.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6660843</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6660843</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>Afirma Pereira</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2aef8cb1/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C190Cafirma0Epereira0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;O dérbi da Luz é o farol da jornada, mas convém não esquecer que, antes, há um Moreirense - FC Porto. Estamos a falar de jogos com grau de relevância incomparável, embora no contexto da luta pelo título não seja um desafio secundário. Como não serão todas as partidas em que águias e dragões vão participar até se definir o campeão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Num cenário de total dependência dos encarnados, o FC Porto só pode ir ganhando e esperando. É, uma vez mais, a sua obrigação em Moreira de Cónegos, sujeito a um tipo de pressão muito peculiar : se não soma três pontos pode hipotecar de vez a corrida, mas se vence continua com as mesmas garantias que agora, ou seja, nenhumas. Talvez este quadro explique, em parte, a maneira como Vitor Pereira se desviou da abordagem ao jogo para se centrar noutras equações, que o levaram a disparar em quase todas as direções.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi Vitor Pereira quem disse que os que têm sucesso não precisam de se preocupar com o futuro. Uma afirmação feita há largas semanas, quando começaram as especulações sobre a sua continuidade no comando técnico do FC Porto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Simplesmente, entre aquelas palavras e os dias de hoje muita coisa sucedeu. O FC Porto, que já não estava na Taça de Portugal, foi eliminado pelo Málaga na Liga dos Campeões, perdeu a final da Taça da Liga para o Braga, mas, acima de tudo, chega a esta fase do campeonato com quatro pontos de atraso em relação ao líder Benfica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vitor Pereira, que sucedeu a André Vilas-Boas numa situação de emergência, por muito que Pinto da Costa passasse a ideia de que a situação estava previamente &amp;quot;controlada&amp;quot;, nunca conseguiu convencer verdadeiramente os adeptos portistas, nem mesmo depois de vencer o título. Ainda hoje os mais conhecidos &amp;quot;opinion makers&amp;quot; do universo portista não escondem as (muitas) reservas às capacidades dele. Claro que nada disto seria suficiente para colocar ponto final na ligação do técnico ao clube, pois a única palavra que conta é a do presidente. Mas Pinto da Costa não se pronuncia para já, o que, só por si, é sintomático.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando a corda parte o elo mais fraco é que paga. Vitor Pereira tem as suas responsabilidades e, convenhamos, não são poucas. Foram várias as opções incompreensíveis do técnico em determinadas partidas. Mas é muito redutor entregar o peso de um eventual falhanço unicamente ao técnico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguma coisa de errado se passou na composição do plantel, concretamente do meio campo para a frente. Uma coisa é ter bons titulares, outra é não dispor de alternativas à altura se tal for necessário. Lembram-se do &amp;quot;vazio&amp;quot; que provocou a ausência de Moutinho? Dos problemas com os extremos (Defour não tem aquele perfil) que levaram ao inevitável &amp;quot;apagamento&amp;quot; de Jackson? Das entradas de Liedson e Izmailov cujo aproveitamento é pouco mais do que nulo?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda não sabemos como isto vai acabar. Mas se o Benfica não ceder (e não é crível que repita o colapso da época passada), Vitor Pereira já sabe o que destino lhe trará. Quem tem sucesso não precisa de se preocupar com o futuro. Logo, quem não tem...&lt;/p&gt; &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6655745" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2aef8cb1/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/164016183684/u/49/f/624831/c/32443/s/2aef8cb1/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/164016183684/u/49/f/624831/c/32443/s/2aef8cb1/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/164016183684/u/49/f/624831/c/32443/s/2aef8cb1/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Fri, 19 Apr 2013 20:00:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/19/afirma-pereira.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6655745</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6655745</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item><item><title>As intenções</title><link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2ad7d057/l/0L0Stsf0Bpt0Cblogs0Cjogojogado0Carchive0C20A130C0A40C170Cas0Einten0E2310E2450Ees0Baspx/story01.htm</link><description>&lt;p&gt;O último dérbi lisboeta da época já está a centrar as atenções. Não por ser o jogo do ano, mas porque pode tratar de definir o pouco que resta da temporada, para um lado e para o outro. Mesmo que para Benfica e Sporting esta recta final persiga objetivos muito diferentes e com graus de exigência distintos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso concreto das águias marca o arranque de uma série de quatro jogos que colocam o Benfica entre o tudo ou nada. Ou quase. Se vencer Sporting e Marítimo a equipa de Jorge Jesus fica tão perto do título, que dificilmente alguém equacionará outro desfecho. Tal como eliminar o Fenerbahce deixa os encarnados numa final europeia, que podem ganhar ou não, mas na qual entrariam sempre com possibilidades iguais às do outro finalista. &lt;p&gt;Estamos a falar, naturalmente, do cenário &amp;quot;de sonho&amp;quot; para o Benfica, aquele em que todo o universo encarnado acredita, reconheça-se, com legitimidade. Exatamente por estas razões - e aproveitando para pegar no alerta de Lima - qualquer deslize neste processo pode ser a morte do artista. Ora, a chave para uma série de sucesso passa obrigatoriamente pelo desafio com o Sporting. Porque é o primeiro da sequência e porque é...o Sporting.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De certo se lembram do quadro em que se realizou o jogo da primeira volta, em Alvalade. O Benfica era favorito, como agora volta a ser, mas os leões viviam um momento de destrambelhamento total, de tal forma que a então direção de Godinho Lopes &amp;quot;vendeu&amp;quot; a ideia de que o duelo com o rival poderia marcar a grande viragem na caminhada tortuosa da equipa leonina. Como se 90 minutos traçassem uma nova era numa época em que nada batia certo. Viu-se no que deu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje, este Sporting não é bem o mesmo. Continua longe, qualitativa e estruturalmente, do adversário, mas entrou num processo de transformação, necessariamente lento, no qual os sportinguistas depositam algumas esperanças. Voltou aos triunfos, mesmo sofridos e algo penosos, tem um treinador que já conseguiu alguns equilíbrios internos com a (pouca) matéria prima de que dispõe, e passou a ter um presidente que, nos gabinetes, conseguiu um acordo com os credores mais depressa do que muitos julgavam (embora o cumprimento da reestruturação financeira não seja muito diferente de um resgate, pelo que a vida nunca será fácil).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acresce que, no plano estritamente desportivo, a equipa de Jesualdo Ferreira ainda aspira a um lugar europeu, algo que poderá comprometer se alguma coisa falhar nos encontros que ainda sobram no campeonato. Há aqui um conjunto de fatores que faz com que o cenário seja muito diverso daquele que vigorava na primeira metade da competição. O Sporting tem hoje outras motivações que vão para lá da simples vontade de querer ganhar...ao Benfica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, e para concluir esta abordagem inicial, nem o Benfica pode contar com uma partida de rotina, nem o Sporting com otimismos descabidos. Sendo que não vale a pena iludir a questão de fundo : a equipa da Luz tem muito mais em jogo neste duelo. Quando se persegue um título nacional não há margem para equívocos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;PS : O V.Guimarães está de regresso a uma final da Taça de Portugal. Mas mais : esta jovem equipa vimaranense, muito bem dirigida por Rui Vitória, está também de regresso à Liga Europa. Numa época em que as nuvens carregadas não largaram o D.Afonso Henriques, é obra.&lt;/p&gt; &lt;img src="http://www.tsf.pt/aggbug.aspx?PostID=6641620" width="1" height="1"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/624831/s/2ad7d057/mf.gif' border='0'/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://da.feedsportal.com/r/163644615089/u/49/f/624831/c/32443/s/2ad7d057/a2.htm"&gt;&lt;img src="http://da.feedsportal.com/r/163644615089/u/49/f/624831/c/32443/s/2ad7d057/a2.img" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;img width="1" height="1" src="http://pi.feedsportal.com/r/163644615089/u/49/f/624831/c/32443/s/2ad7d057/a2t.img" border="0"/&gt;</description><pubDate>Wed, 17 Apr 2013 21:14:00 GMT</pubDate><comments>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/archive/2013/04/17/as-inten-231-245-es.aspx#comments</comments><guid isPermaLink="false">af248fb2-c6ef-4f4e-bf87-b6fc7deb6585:6641620</guid><slash:comments>0</slash:comments><wfw:commentRss>http://www.tsf.pt/blogs/jogojogado/rsscomments.aspx?PostID=6641620</wfw:commentRss><dc:creator>mario.fernando</dc:creator></item></channel></rss>
